A visita integra uma série de compromissos voltados à busca de soluções inovadoras que possam fortalecer a saúde pública mato-grossense.
O estudo é desenvolvido pelo Brazilian Clinical Research Institute (BCRI), em parceria com o Instituto Vencer o Câncer, e avalia estratégias capazes de preservar a bexiga de pacientes selecionados, reduzindo a necessidade de procedimentos cirúrgicos altamente invasivos sem comprometer a eficácia do tratamento. A pesquisa compara dois modelos terapêuticos: um baseado na combinação de radioterapia e quimioterapia e outro na realização da cistectomia radical, cirurgia que consiste na retirada completa da bexiga.
O objetivo é verificar se a preservação do órgão pode proporcionar resultados semelhantes aos da cirurgia tradicional, tanto no controle da doença quanto na sobrevida livre de metástases. Com previsão de reunir 336 participantes, o estudo deverá fornecer evidências científicas sobre segurança, eficácia e qualidade de vida proporcionadas por cada estratégia terapêutica. A iniciativa recebeu recursos do Orçamento da União por meio de articulação conduzida por Wellington junto ao então relator do Orçamento, senador Marcelo Castro, garantindo apoio à Rede Vencer o Câncer de Pesquisa Clínica.
Agora, Wellington trabalha para que Mato Grosso também passe a integrar esse modelo de inovação em saúde. Uma das articulações já iniciadas envolve a Universidade Federal de Rondonópolis, que manifestou interesse em integrar a Rede Vencer o Câncer e sediar pesquisas clínicas no estado. “A pesquisa clínica precisa chegar aos estados e caminhar junto com o SUS. Mato Grosso reúne universidades, profissionais qualificados e estrutura para participar desses projetos.
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