A partir de 27 de julho (Dia do Motociclista), todas as motos zero quilômetro entregues no país passarão a contar com uma nova estrutura de revisão programada, que reduz significativamente os custos e, segundo a marca, torna o cronograma mais conveniente para os proprietários.
A atualização, que é inédita da marca em todo o mundo (nem os países-sede da Royal, Índia e Inglaterra, contam com este novo formato) contempla mudanças nos intervalos de revisão, na composição dos serviços e nos custos periódicos, resultando em reduções que podem chegar a 34% no valor total das manutenções programadas, a depender do modelo. De acordo com a montadora, a iniciativa nasce da escuta ativa da marca à sua comunidade, que demandava intervalos mais adequados à realidade de utilização das motocicletas e custos de revisão ainda mais competitivos.
A principal novidade está na primeira revisão das motos, que passou de 500 quilômetros ou 45 dias para 1.000 quilômetros ou seis meses. Com a mudança na estrutura do programa, o plano de revisões passa de sete para seis revisões consideradas dentro dos três primeiros anos de uso, período que contempla a garantia legal e contratual oferecida pela marca para produtos zero quilômetro, sem limite de quilometragem. Ou seja, um menor custo dentro deste prazo. “Nosso foco foi construir um plano de revisão mais racional, mantendo todos os padrões de qualidade, confiabilidade e segurança que caracterizam a Royal Enfield.
Conseguimos reduzir custos, simplificar o processo para o cliente e tornar as revisões ainda mais acessíveis sem perder a qualidade alinhada com nosso time de engenharia de Serviços e Produto”, afirma Gabriel Patini, diretor executivo da Royal Enfield Brasil. A novidade contempla todos os clientes a partir desta data (segunda-feira, 27) e os que receberam as motocicletas desde 1º de julho e que ainda não tenham feito a primeira revisão. Para quem recebeu a moto antes ou já iniciou o plano de manutenção periódica, a programação se mantém a mesma.
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