Segundo a Belgo Arames, o mamífero silvestre, conhecido popularmente como porco-do-mato, costuma acessar lavouras em busca de alimento, causando danos principalmente às culturas de milho e soja. O analista de mercado da Belgo Arames, o zootecnista Danilo Moreira do Carmo, explica que, apesar do nome popular, o animal não pertence à família dos suínos.

“Também conhecido como porco-do-mato – ainda que não seja um suíno –, o cateto (Pecari tajacu) tem como hábito invadir áreas agrícolas em busca de alimento e causar impactos no milho e na soja”, alerta. De acordo com Danilo, o comportamento alimentar da espécie amplia os prejuízos nas propriedades rurais. “Esses animais são bastante adaptáveis e aproveitam diferentes fontes de comida encontradas no ambiente. Quando entram em áreas agrícolas, consomem não apenas grãos, mas também mandioca, melancia e hortaliças.

E o impacto não está apenas no que é ingerido: ao revolver o solo em busca de raízes e outros alimentos, eles danificam mudas e comprometem o desenvolvimento das plantas”, explica o zootecnista. Conforme informações da Belgo Arames, o cateto pode atingir cerca de um metro de comprimento, aproximadamente 50 centímetros de altura e pesar até 30 quilos. A espécie está distribuída em praticamente todos os biomas brasileiros, vive em grupos que normalmente reúnem de cinco a quinze indivíduos e apresenta elevada capacidade de adaptação.

Quando encontra oferta de alimento, tende a retornar às mesmas áreas, aumentando a frequência dos danos às lavouras. Para reduzir esses impactos, a empresa recomenda o uso de cercamentos apropriados. “Uma das formas mais eficientes de evitar a aproximação dos animais silvestres com as áreas produtivas é investir em um cercamento resistente e adequado às características das espécies presentes na região.

Fonte da notícia: Folha de Colíder
Matéria resumida pelo portal Publicada originalmente em Folha de Colíder folhadecolider.com.br
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