No comunicado, a legenda afirma que foi a responsável por protocolar a representação e rejeita a versão de que a iniciativa teria partido do ex-prefeito Álvaro Dias (PL).

A nota é assinada pelo presidente estadual do partido, Renato Cunha Lima, que informa que a ação foi ajuizada com autorização expressa da direção da sigla. Segundo o documento, qualquer atribuição da autoria da representação a outro agente político é considerada falsa e desvia o debate do conteúdo discutido no processo. A manifestação do Novo ocorreu após Allyson Bezerra publicar um vídeo nas redes sociais afirmando que a decisão judicial envolvendo a suspensão de três perfis ligados à sua pré-campanha seria resultado de uma iniciativa de Álvaro Dias para tentar silenciá-lo politicamente.

De acordo com o partido, a representação trata de suposta propaganda eleitoral antecipada e envolve a atuação de perfis nas redes sociais investigados no âmbito de um processo conduzido pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN). Em decisão anterior, o tribunal determinou que a Meta preservasse e fornecesse informações sobre contas investigadas, medida voltada à produção antecipada de provas. A decisão não representa julgamento definitivo nem reconhecimento de irregularidades.

Na nota, o Novo também sustenta que, em vez de atribuir a terceiros a responsabilidade pela ação, o pré-candidato deveria esclarecer os questionamentos levantados no processo sobre a atuação de pessoas ligadas ao seu grupo político e o uso das redes sociais durante o período de pré-campanha. Até o momento, não há decisão de mérito da Justiça Eleitoral sobre as alegações apresentadas pelas partes. O processo segue em tramitação no TRE-RN, que ainda deverá analisar os pedidos formulados na representação.

Fonte da notícia: Diário do Poder
Matéria resumida pelo portal Publicada originalmente em Diário do Poder diariodopoder.com.br
Ver notícia completa
Compartilhar

Gostou da notícia então compartilhe