O governo Lula (PT) trabalhou claramente pelo tarifaço de 25%, valioso para campanha de reeleição, e aproveitou para esconder dos brasileiros os 67% impostos pela China à carne bovina exportada pelo Brasil. A conclusão é óbvia: a negligência não foi só frente ao tarifaço dos Estados Unidos. É sistêmica. Adotar populismo antiamericano e silenciar diante do tarifaço da China, que afeta diretamente o agronegócio — motor da economia — revela viés ideológico e não “defesa da soberania”.
Em vez de negociar, Lula atacou Trump, atribuiu o tarifaço a opositores, para xingá-los “traidores da pátria, mas nada diz sobre a China. Enquanto os EUA adicionam 25% às tarifas, a China foi cruel, taxando violentamente o principal item de exportação do Brasil para aquele país. A China impõe à carne cota anual baixa, atingida em junho, e adiciona sobretaxa de 55%. Total: 67%. Tiete da ditadura chinesa, Lula se calou. Nos dois casos, o País paga a conta por depender excessivamente de commodities e pelo governo negligente, populista e eleitoreiros no poder.
Sob gestão Lula, BB pagou R$94 milhões em diárias Já ultrapassa os R$94 milhões o pagamento de diárias no Banco do Brasil entre janeiro de 2023, quando Tarciana Medeiros foi nomeada por Lula para presidir a instituição financeira, e o início de maio deste ano, conforme dados mais recentes levantados pela coluna. Chama atenção o elevado valor a único código, entre os dias 05 de novembro de 2025 e 22 do mesmo mês, R$1.690.314,08. A “viagem corporativa” foi para Belém (PA) e cada uma das 17 diárias saiu por R$99.430,24.
O imovelweb, de venda de imóveis, mostra dezenas de apartamentos à venda, no centro de Belém, com mais de 100m², pela metade do preço. Segundo maior pagamento foi para viagem de seis dias para Rio Verde (GO), em abril deste ano. O banco pagou ao felizardo R$613,2 mil. À coluna, o BB disse que o pagamento não é a um único profissional, mas relativo à COP e tudo foi feito dentro da conformidade. Então presidente do Senado, José Sarney, conversava com um grupo de amigos, no Senado, quando alguém mencionou a tese que atribui uma “mudança na cabeça” de Demóstenes Torres à cirurgia bariátrica que o emagreceu.
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