JB NEWS por Emerson Teixeira A condenação do caseiro Alex Roberto de Queiroz Silva a 33 anos e 10 meses de prisão, em regime fechado, marcou o primeiro desfecho judicial do assassinato do advogado e ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso, Renato Gomes Nery. O crime, cometido em plena luz do dia, em uma das avenidas mais movimentadas de Cuiabá, teria sido encomendado pelo casal Julinere Goulart Bastos e César Jorge Sechi em razão de uma disputa judicial por uma propriedade rural milionária localizada no município de Novo São Joaquim.

Alex foi considerado culpado pelo Tribunal do Júri de Cuiabá por efetuar os disparos que mataram o advogado. Ele foi o primeiro dos denunciados pelo Ministério Público Estadual a enfrentar o julgamento popular no processo que investiga toda a estrutura montada para planejar, financiar e executar o homicídio. Apesar do peso da condenação, um dos momentos mais fortes relacionados ao encerramento do júri foi o relato da empresária Lívia Moreira Gomes Nery, filha da vítima.

Ela voltou a descrever os últimos minutos de vida do pai e revelou que as cenas presenciadas no dia do atentado permanecem intactas em sua memória. Lívia explicou que a família não soube da dimensão do crime apenas pelas imagens registradas pelas câmeras de segurança. Ela e a irmã estavam nas proximidades e chegaram ao escritório poucos instantes depois dos disparos. As duas acompanharam o socorro prestado ao advogado e presenciaram diretamente o sofrimento do pai. “Não foram as imagens. Nós estávamos lá. Eu fui na ambulância com o meu pai. Minha irmã também estava lá, porque ela trabalha no escritório.

Fonte da notícia: JBL NEWS
Matéria resumida pelo portal Publicada originalmente em JBL NEWS jbnews.com.br
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