A ação conjunta da Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), e da Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento permanecia funcionando de forma irregular, colocando em risco a saúde dos consumidores.

A primeira interdição ocorreu em 14 de julho, quando fiscais identificaram uma série de problemas sanitários considerados graves. Durante a inspeção, foram encontradas condições precárias de higiene na área de manipulação dos alimentos, acúmulo de sujeira em equipamentos, pisos e tubulações de gás, além de falhas estruturais que comprometiam a segurança do ambiente onde as refeições eram preparadas.

Outro problema que chamou a atenção dos fiscais foi um vazamento de esgoto na parte dos fundos do imóvel, situação que aumenta significativamente o risco de contaminação do ambiente e dos alimentos produzidos no local. A investigação também revelou uma irregularidade ainda mais preocupante: análises laboratoriais detectaram a presença de coliformes fecais na água utilizada pelo restaurante. Segundo as autoridades sanitárias, essa água era empregada tanto na preparação dos alimentos quanto na lavagem de utensílios e na fabricação de gelo, o que representa um sério risco à saúde pública.

Especialistas alertam que o consumo de água contaminada por coliformes pode provocar infecções gastrointestinais, com sintomas como diarreia intensa, dores abdominais, náuseas, vômitos, febre e desidratação, sendo crianças, idosos e pessoas com baixa imunidade os grupos mais vulneráveis às complicações. Após a primeira interdição, a Vigilância Sanitária retornou ao estabelecimento em 17 de julho para verificar se as exigências haviam sido cumpridas. No entanto, os fiscais encontraram o restaurante novamente em funcionamento, mesmo sem autorização.

Fonte da notícia: JBL NEWS
Matéria resumida pelo portal Publicada originalmente em JBL NEWS jbnews.com.br
Ver notícia completa
Compartilhar

Gostou da notícia então compartilhe