A Copa do Mundo ainda gera debates nas redes sociais e mídia. Um deles é o fato da FIFA ter consagrado o jogador francês Kylian Mbappé como o melhor do mundo, superando o brasileiro Pelé. Não se trata de “patriotada”, mas por trás de tudo esconde-se uma grande injustiça. Pelé foi o mais completo jogador da história. Fez 1283 gols em sua carreira, uma média de 0,91 gol por jogo em competições oficiais. Nenhum jogador de futebol atingiu este índice. Sempre esteve à frente fisicamente, tecnicamente e taticamente, em relação a todos os seus contemporâneos.
Chutava com as duas pernas, o que é raríssimo na história do futebol. A eficiência de Pelé é significativamente maior que a de Mbappé, que disputou 572 partidas oficiais para marcar 429 gols, média de 0,75 gol por jogo. A camisa 10 se tornou mística, a partir de Pelé, depois usada por Maradona e Messi. Pelé parou uma guerra na África. Na época, a Nigéria enfrentava um sangrento conflito, conhecido como a Guerra de Biafra. O Santos, time de Pelé à época, aceitou jogar um amistoso na cidade de Benin City (próxima à região de conflito), no dia 4 de fevereiro de 1969. O evento teve clima de festa.
Diante de cerca de 30 mil pessoas, Pelé foi ovacionado. A história registra, que em meio a esse conflito sangrento, Pelé colaborou para uma pausa diplomática e dar momento de alegria e paz para milhares de pessoas. O brasileiro superou lendas como Muhammad Ali, Carl Lewis e Michael Jordan. FIFA não é tribunal neutro Uma observação merece ser registrada: a FIFA não é um tribunal neutro de história esportiva. Ela age com objetivo de gerar receita, vender direitos de transmissão, atrair patrocinadores bilionários e manter a audiência. O mercado publicitário exige ídolos no presente.
Esportes
Esportes
Esportes
Esportes
Colíder