Estados sob comando de governadores da esquerda renovaram a triste posição no topo do ranking da letalidade policial, registra a mais recente edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública (2026, com dados de 2025). O Amapá, de Clécio Luís (à época do Solidariedade, agora no União) tem a pior taxa de mortes pelas polícias do país: 17,1 para cada 100 mil habitantes. O índice mostra a manutenção do número em relação à última edição do levantamento, que registra o mesmo valor. Logo atrás do Amapá está a polícia da Bahia, de Jerônimo Rodrigues e há quase 20 anos sob domínio do PT no Executivo. Taxa de 10,6.

Sergipe, do lulista Fábio Mitidieri (PSD), subiu no ranking e está em terceiro (8,4). Na edição anterior o índice estava em 6,3. O Pará trocou de posição com Sergipe e está na sequência, com 7,3. A direita aparece só em quinto lugar, com a polícia goiana, índice de 4,9. Todos os estados destacados têm índices superiores ao da média nacional, em 3,1. Número que piorou em relação ao ano passado (2,9).

RJ: indefinição sobre eleição se arrasta há 4 meses Vai completar quatro meses no início de agosto a indefinição sobre a eleição tampão no Rio de Janeiro, após a cassação do governador Cláudio Castro e do vice Thiago Pampolha. O julgamento no Supremo Tribunal Federal sobre a votação (direta ou indireta) está paralisado desde abril e a maioria dos ministros não votou. O início da campanha eleitoral deve reforçar a indefinição e manter o presidente do Tribunal de Justiça, Ricardo Couto, à frente do governo do Rio até o início de 2027.

No início de julho, o presidente do STF, Edson Fachin, marcou o julgamento para 19 de agosto. Mas ainda cabem outros pedidos de vista. A expectativa é que a indefinição perdure durante a campanha eleitoral e que um novo governador seja definido antes do fim do julgamento. Caso o novo governador seja eleito antes da conclusão do julgamento no STF, a Corte não precisa definir nova eleição e o caso “perde o objeto”. Foi uma surra memorável. Candidato a vice-governador na chapa de Virgílio Távora em 1958, o ex-prefeito de Fortaleza Acrísio Moreira da Rocha não tinha o direito de esquecer aquela sova cívica.

Fonte da notícia: Diário do Poder
Matéria resumida pelo portal Publicada originalmente em Diário do Poder diariodopoder.com.br
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