HF Comunicação Coordenado pela Prof. Dra. Gracialda Ferreira (UFRA) e Prof. Dra. Célia Soares (UNEMAT), em parceria com o Cipem, projeto já reconheceu 106 espécies em quatro regiões; trabalho ainda é uma fração do que falta mapear no estado Antes de qualquer árvore ser cortada dentro de um Plano de Manejo Florestal (PMF), o profissional precisa ter certeza de qual espécie está diante dela. Esse é o ponto de partida de uma pesquisa que, desde 2024, vem percorrendo florestas em Mato Grosso para construir um guia inédito de identificação botânica das espécies madeireiras mais comercializadas no Estado.
O trabalho é protagonizado por engenheiras florestais, categoria profissional homenageada em 12 de julho, Dia do Engenheiro Florestal. A equipe reúne mais de 14 pessoas, entre coordenadoras, pesquisadores e estagiários das universidades envolvidas.
O projeto "Espécies Arbóreas Mais Comercializadas no Mato Grosso" é realizado pela Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e pela Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), com apoio financeiro da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (SEDEC) idealizado pelo Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem). A coordenação é assinada por Gracialda Ferreira (UFRA) e Célia Soares (UNEMAT).
O objetivo é garantir segurança técnica para quem está na floresta reconhecendo as espécies, para as agências de fiscalização e licenciamento, e também para o setor produtivo, que passa a comercializar com mais tranquilidade a partir do momento em que trabalha com espécies cuja identificação já está tecnicamente validada. Para Gracialda Ferreira, o problema que a pesquisa busca resolver não é novo. "A floresta amazônica tem uma diversidade muito grande de espécies.
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