Da Redação O fortalecimento do El Niño durante 2026 representa ameaça significativa à pecuária de cria no Centro-Oeste. Calor extremo, irregularidade nas precipitações e escassez de pastagem comprometem índices de prenhez e ampliam prejuízos em propriedades rurais. Impacto econômico direto Vacas vazias continuam consumindo recursos: pastagem, água, suplementação, medicamentos e mão de obra. Entretanto, não geram o retorno econômico esperado da produção pecuária. Perda financeira é imediata e contínua durante toda a estação.
Previsões meteorológicas alarmantes A NOAA projeta 97% de probabilidade de El Niño até início de 2027. Entre outubro e dezembro, há 81% de chance de intensidade muito forte do fenômeno. O Instituto Nacional de Meteorologia aponta chuvas abaixo da média no centro-norte brasileiro com temperaturas elevadas predominantes. Cenário de prejuízo financeiro Em Mato Grosso do Sul, o Indicador do Bezerro CEPEA/ESALQ registrava R$ 3.379,39 por cabeça em 15 de julho de 2026. Cada vaca sem prenhez ao fim da monta representa receita potencial não gerada de aproximadamente R$ 3,4 mil.
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