Da Redação A China intensifica investimentos em uma nova geração de robôs humanoides. As máquinas aprendem tarefas humanas observando e praticando em ambientes reais. Empresas chinesas colocam equipamentos inteligentes em fábricas, lojas e residências para coletar dados. A estratégia combina robótica e inteligência artificial para criar sistemas verdadeiramente adaptados ao mundo físico. Robôs em ação nas ruas chinesas Nos arredores de Pequim, braços robóticos humanoides executam tarefas cotidianas. Pegam pacotes em prateleiras, retiram almofadas de sofás e dobram lençóis com precisão.

Essas atividades geram milhões de horas de dados de aprendizado que aprimoram os sistemas. Fabricantes chineses como Alibaba, Xiaomi e startups locais colocam seus próprios robôs em situações reais. O diferencial está na abordagem prática. Máquinas aprendem com experiências físicas concretas, não apenas em laboratórios. Diferente de empresas americanas que compram dados ou usam simulações, os chineses priorizam o aprendizado no mundo real. Números impressionantes de investimento O investimento chinês em robótica industrial surpreende mercados globais.

Em 2024, a China instalou aproximadamente 300 mil robôs industriais contra 38 mil nos Estados Unidos. Com população envelhecida, Pequim vê humanoides como solução para escassez de trabalhadores. O Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação planeja colocar 10 mil robôs humanoides em fábricas até o final do ano. Investidores direcionaram pelo menos 100 bilhões de yuans em 2025. Esse valor supera todo investimento dos cinco anos anteriores ao setor. Analistas do Barclays estimam que essas máquinas poderiam compensar até 60% de uma futura escassez de mão de obra no país.

Fonte da notícia: RADAR 360
Matéria resumida pelo portal Publicada originalmente em RADAR 360 radar364.com.br
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