*]:pointer-events-auto R6Vx5W_threadScrollVars scroll-mb-[calc(var(--scroll-root-safe-area-inset-bottom,0px)+var(--thread-response-height))] scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" data-turn-id="request-WEB:26cf216b-cefd-4aa7-bf1a-d133b1d21c80-3" data-turn-id-container="request-WEB:26cf216b-cefd-4aa7-bf1a-d133b1d21c80-3" data-testid="conversation-turn-8" data-turn="assistant"> A apreensão de mais de 1,5 tonelada de cocaína realizada em uma operação conjunta da Polícia Federal e do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), nesta quinta-feira, 24, provocou um prejuízo estimado em R$ 40 milhões às organizações criminosas, segundo o comandante do Gefron em Mato Grosso, tenente-coronel PM Airton Feitosa.

A carga foi interceptada nesta quinta-feira (23), nos municípios de São Félix do Xingu e Tucumã, no Pará. A operação resultou na prisão em flagrante de quatro pessoas e na apreensão de dois caminhões, uma caminhonete e uma motocicleta utilizados na logística do transporte da droga. O entorpecente estava escondido em um compartimento oculto no teto de um caminhão frigorífico abordado pelas equipes durante o deslocamento entre as duas cidades paraenses. “Somente essa apreensão representa um prejuízo de aproximadamente R$ 40 milhões ao crime organizado”, afirmou o comandante.

Segundo ele, além da grande quantidade de cocaína retirada de circulação, a operação também atingiu a estrutura logística utilizada pelos criminosos. De acordo com Airton Feitosa, os quatro presos são, em sua maioria, do estado de Goiás. Todos já possuíam antecedentes criminais, incluindo registros por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. “São pessoas que já pertenciam ao mundo do crime e foram presas em flagrante durante a operação”, destacou. A investigação sobre a organização criminosa responsável pelo carregamento continua sob responsabilidade da Polícia Federal.

Fonte da notícia: Muvuca Popular
Matéria resumida pelo portal Publicada originalmente em Muvuca Popular muvucapopular.com.br
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