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Casos de Dengue e Chikungunya Disparam em Mato Grosso: Autoridades Intensificam Medidas de Prevenção

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O estado de Mato Grosso registra um crescimento alarmante nos casos de arboviroses em 2025, especialmente dengue e chikungunya. A Secretaria de Estado de Saúde (SES) reforça a importância da eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti e alerta para o risco de óbitos causados pelas doenças.

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O avanço acelerado das arboviroses em Mato Grosso tem gerado preocupação entre autoridades sanitárias e profissionais da saúde. Apenas nos primeiros 48 dias de 2025, o estado já contabilizou 5.391 casos confirmados de dengue e 10.020 de chikungunya, evidenciando a necessidade de intensificar medidas de combate ao mosquito Aedes aegypti, vetor dessas enfermidades.

Em comparação com o ano anterior, os números demonstram a gravidade da situação. Em 2024, foram registrados 21.373 casos de chikungunya e aproximadamente 40 mil infecções por dengue. Além disso, enquanto no ano passado não houve mortes por chikungunya, em 2025 já foram confirmados 13 óbitos, com outros 7 em análise. Quanto à dengue, há um falecimento registrado e cinco casos em investigação.

Para reduzir a proliferação do mosquito transmissor, a SES recomenda ações como eliminar água parada, vedar caixas d’água, manter calhas limpas e destinar corretamente o lixo. Além disso, o uso de repelente é indicado como uma barreira extra contra picadas.

Sintomas e Diferenças entre as Doenças

As três principais arboviroses causadas pelo Aedes aegypti apresentam sintomas distintos:

Dengue: Febre alta repentina, dores musculares e articulares intensas, dor de cabeça e atrás dos olhos, podendo evoluir para formas graves.

Zika: Manchas vermelhas na pele com coceira, conjuntivite sem secreção e febre leve ou ausente. Em gestantes, pode causar complicações congênitas.

Chikungunya: Febre alta repentina acompanhada de dores severas nas articulações, que podem persistir por meses, causando grande impacto na qualidade de vida.

Vacinação e Monitoramento

A vacina contra a dengue segue disponível no SUS para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, reforçando a prevenção da doença. Para monitorar os casos, a SES lançou o Painel Arboviroses, plataforma que acompanha em tempo real os dados de dengue, zika e chikungunya no estado.

“A participação da sociedade é essencial para conter a disseminação dessas doenças e salvar vidas”, alerta Alessandra Moraes, superintendente de Vigilância em Saúde da SES.

Acompanhe os dados em tempo real acessando o Painel  pelo site  http://sieges.saude.mt.gov.br/dashboard/51

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