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Trump recebe Netanyahu em encontro decisivo na Casa Branca

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, viajará aos Estados Unidos na próxima segunda-feira (27) para…

Por EDS NEWS • 24/07/2026 17:16 (horário de MT)

Presidente dos EUA e primeiro-ministro de Israel discutirão segurança, cooperação estratégica e os próximos passos para o Oriente Médio O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, viajará aos Estados Unidos na próxima segunda-feira (27) para uma visita oficial que terá como principal compromisso uma reunião com o presidente Donald Trump na Casa Branca, marcada para terça-feira (28). A informação foi confirmada pelo gabinete do líder israelense, que informou que a viagem será realizada a convite do presidente norte-americano.

Além do encontro com Trump, Netanyahu também participará do funeral do senador republicano Lindsey Graham, aliado histórico de Israel no Congresso dos Estados Unidos. A agenda reforça os laços políticos e diplomáticos entre os dois países em um momento de elevada tensão no Oriente Médio. A reunião na Casa Branca ocorre em um contexto de intensas discussões sobre segurança regional, após meses de conflitos envolvendo Israel, Irã e grupos aliados de Teerã.

A expectativa é de que os dois líderes tratem da cooperação militar entre Washington e Jerusalém, além dos próximos passos da estratégia conjunta para conter ameaças à estabilidade da região. Também devem entrar na pauta temas ligados ao avanço das negociações diplomáticas no Oriente Médio. O governo israelense tem defendido que a recente cooperação entre Israel e Estados Unidos abre espaço para ampliar acordos de normalização com países árabes, incluindo novas conversas sobre a possível adesão da Arábia Saudita aos Acordos de Abraão.

Nas últimas semanas, surgiram especulações sobre o encontro entre Trump e Netanyahu, mas a confirmação oficial foi divulgada apenas nesta sexta-feira. A reunião será a mais importante entre os dois líderes desde os acontecimentos mais recentes envolvendo o conflito regional e deverá servir para alinhar posições sobre os principais desafios de segurança e política externa enfrentados pelos dois governos.