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Tricampeão mundial Adriano Moraes destaca que Mato Grosso Agro Festival recoloca Cuiabá no circuito da maior competição de montaria em touros do planeta

JB News Por Emerson Teixeira O retorno de Cuiabá ao circuito da maior competição de montaria em touros do planeta ganhou um significado ainda mais especial nesta segunda-feira (28), durante o lançamento do Mato Grosso Agro Festival.

Por EDS NEWS • 28/07/2026 21:26 (horário de MT)

A presença do tricampeão mundial Adriano Moraes, considerado uma das maiores lendas da história do rodeio internacional, transformou o evento em um marco para o esporte e para o agronegócio mato-grossense. Primeiro campeão mundial da PBR (Professional Bull Riders), em 1994, ano de fundação da entidade, Adriano deixou claro que sua missão vai muito além das arenas.

Hoje presidente executivo da PBR Brasil, ele afirmou que trabalha para fortalecer o esporte, formar novos talentos e consolidar Mato Grosso como uma das principais vitrines da montaria em touros no mundo. Durante a coletiva de imprensa, Adriano destacou que a volta da PBR à capital mato-grossense representa a reinserção de Cuiabá no calendário internacional da modalidade após oito anos de ausência. Segundo ele, a cidade reúne todas as características para sediar grandes eventos e ocupar definitivamente espaço no circuito mundial.

“O estado que mais representa o agronegócio brasileiro precisava voltar a receber um espetáculo dessa dimensão. Cuiabá agora passa novamente a integrar o circuito mundial de montaria em touros, e isso é muito importante para o esporte e para toda a cadeia econômica que gira em torno dele”, afirmou. O ex-atleta relembrou que sua transição das arenas para o mundo empresarial aconteceu de forma natural. Ainda durante a carreira como competidor, ele já participava da elaboração de regulamentos, discussões administrativas e da estruturação da PBR nos Estados Unidos.

Segundo Adriano, a experiência acumulada ao longo de décadas permitiu que, após encerrar a carreira, assumisse integralmente a gestão da PBR Brasil, responsabilidade que lhe foi confiada pela matriz norte-americana depois da pandemia. “Eu sempre estive dos dois lados. Enquanto competia, também ajudava na organização, discutia regulamentos, finanças e melhorias para a modalidade. Quando parei de montar, simplesmente passei a dedicar 100% do meu tempo à gestão”, explicou.