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Primeira-dama de MT destaca iniciativas que ajudam mulheres vítimas de violência a alcançar independência financeira e recomeçar a vida

O programa SER Família Mulher, idealizado pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, permite parcerias com a Desenvolve MT, dando oportunidade para que as mulheres vítimas de violência sejam encorajadas a empreender e recomeçar a vida com segurança e distantes dos agressores. Atualmente, 245 mulheres são beneficiadas com o auxílio. Sob a responsabilidade da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), o programa tem investimento do Governo de Mato Grosso de R$ 5,7 milhões. Instituído pela Le...

Por EDS NEWS • 19/06/2024 19:38 (horário de MT)

O programa SER Família Mulher, idealizado pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, permite parcerias com a Desenvolve MT, dando oportunidade para que as mulheres vítimas de violência sejam encorajadas a empreender e recomeçar a vida com segurança e distantes dos agressores. Atualmente, 245 mulheres são beneficiadas com o auxílio.

Sob a responsabilidade da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), o programa tem investimento do Governo de Mato Grosso de R$ 5,7 milhões. Instituído pela Lei Estadual nº 12.013/2023, o SER Família Mulher busca encorajar as vítimas a denunciarem e, com isso, combater os crimes de violência doméstica.

Além do apoio da Desenvolve MT, as vítimas têm acesso aos programas de qualificação por meio do programa SER Família Capacita, com a perspectiva de oferecer habilidades essenciais de negócios, como gestão financeira e cursos de acordo com o perfil de cada pessoa.

Para a primeira-dama de Mato Grosso, cada passo é importante, desde o acolhimento até o encaminhamento para as atividades de rotina, que proporcionam a conquista da autoestima e autoconfiança.

“É um processo que precisa ser acompanhado com atenção e paciência, tanto por quem está sendo assistido quanto por quem está à disposição para atender a vítima. As coisas não acontecem do dia para a noite; porém, se essa mulher, que passou anos de opressão e dependência financeira, que se viu presa num cenário de violência e opressão, sente segurança e sabe que existem novos rumos à sua frente, ela começa a se encorajar”, explicou.