Incêndio ao lado da Policlínica do Pedra 90 é controlado sem afetar atendimentos

Um incêndio em uma área de vegetação ao lado da Policlínica do bairro Pedra 90, em Cuiabá, mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros Militar e da Defesa Civil. As chamas atingiram uma área estimada em cerca de 20 mil metros quadrados e avançaram pela lateral da unidade de saúde, mas foram controladas sem registro de feridos, danos estruturais ou interrupção dos atendimentos à população. A ocorrência foi registrada na noite de terça-feira (21).
O fogo se concentrou em uma área onde estão instaladas as Unidades de Saúde da Família (USFs) 5 e 6 e alcançou o espaço onde permanecem placas de energia solar desativadas há alguns anos. Conforme o Corpo de Bombeiros, o incêndio foi rapidamente contido e não houve danos às estruturas da policlínica. Após o combate às chamas, foi realizado o trabalho de rescaldo, eliminando focos remanescentes e garantindo a segurança do local. O comandante da operação, subtenente BM Clóvis, explicou que o principal desafio foi o acesso ao terreno, mas destacou que o combate ocorreu de forma rápida.
Segundo ele, a limpeza já existente na área contribuiu para impedir que o incêndio alcançasse maiores proporções. A guarnição utilizou aproximadamente dois mil litros de água e confirmou que a ocorrência foi totalmente controlada, sem vítimas e sem comprometimento da estrutura da unidade de saúde. Sobre a possível origem do incêndio, o militar informou que ainda é cedo para apontar uma causa definitiva. A avaliação preliminar indica que o fogo pode ter começado em um acúmulo de galhos e restos de poda existente no terreno, hipótese que será apurada.
Como medida preventiva durante o período de estiagem, o Corpo de Bombeiros orienta a manutenção periódica da limpeza e a implantação de aceiros, faixas de terreno sem vegetação que dificultam a propagação do fogo, ao redor de áreas sensíveis. O diretor operacional da Defesa Civil, Ozeias Souza, acompanhou a ocorrência e informou que a área havia passado por limpeza recentemente, descartando relatos de abandono ou de vegetação alta no local. Segundo o órgão, a vegetação seca, típica do período de estiagem, favoreceu a propagação das chamas.