Polícia

Ex-PM é morto ao tentar executar empresário em marmoraria de Sinop por PM que fazia a segurança do local

EXECUÇÃO FRUSTRADA

Por EDS NEWS • 09/07/2026 06:31 (horário de MT)

JB News Por Emerson Teixeira Ex-PM é morto ao tentar executar empresário em marmoraria; policial que fazia segurança reage e evita crime em Sinop Uma tentativa de execução terminou com a morte do próprio autor na manhã desta quarta-feira (8), em Sinop, no norte de Mato Grosso. O ex-policial militar Ednilton Rafael Santos Costa foi baleado e morreu ainda no local após, segundo as primeiras informações da investigação, chegar armado a uma marmoraria no bairro Terra Rica com a intenção de matar o proprietário do estabelecimento.

A ação foi impedida por um cabo da Polícia Militar que havia sido acionado pelo empresário para reforçar a segurança do local diante das ameaças que vinha sofrendo. De acordo com as informações preliminares, Ednilton teria comunicado previamente que iria até a empresa para cobrar uma suposta dívida do dono da marmoraria. Temendo que a situação pudesse terminar em violência, o empresário procurou auxílio da Polícia Militar e recebeu orientação do cabo Jefferson, que decidiu permanecer no estabelecimento como medida preventiva, justamente em razão da gravidade das ameaças relatadas.

Pouco tempo depois, o ex-policial chegou ao local conduzindo uma caminhonete Volkswagen Amarok branca. Conforme os relatos iniciais, ele desceu do veículo e caminhou em direção à entrada da empresa. Ao tentar acessar o interior da marmoraria, teria sacado uma arma de fogo para abrir a porta de vidro, momento em que o policial militar reagiu para conter a ação. Foram efetuados cinco disparos contra Ednilton, que não resistiu aos ferimentos e morreu antes mesmo da chegada das equipes de resgate.

Após a ocorrência, o cabo Jefferson informou que irá se apresentar espontaneamente à Polícia Civil para prestar todos os esclarecimentos sobre a intervenção. O procedimento é considerado padrão em ocorrências envolvendo disparos de arma de fogo praticados por agentes de segurança, cabendo agora à Polícia Civil instaurar o inquérito para reconstruir toda a dinâmica dos fatos e verificar as circunstâncias em que ocorreu a reação do militar.