Polícia

Delegado diz que suposta mandante formatou celular quatro dias após assassinato de Nery

A decisão de Julinere Goulart Bastos, denunciada pelo Ministério Público como uma das mandantes do assassinato do advogado Renato Nery, de formatar o próprio celular quatro dias após o crime foi um dos pontos destacados pelo de...

Por EDS NEWS • 15/07/2026 17:23 (horário de MT)

*]:pointer-events-auto R6Vx5W_threadScrollVars scroll-mb-[calc(var(--scroll-root-safe-area-inset-bottom,0px)+var(--thread-response-height))] scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" data-turn-id="request-WEB:0dab82e7-3276-4782-9071-8f825e7d14f3-25" data-turn-id-container="request-WEB:0dab82e7-3276-4782-9071-8f825e7d14f3-25" data-testid="conversation-turn-52" data-turn="assistant"> A decisão de Julinere Goulart Bastos, denunciada pelo Ministério Público como uma das mandantes do assassinato do advogado Renato Nery, de formatar o próprio celular quatro dias após o crime foi um dos pontos destacados pelo delegado Bruno Abreu durante o julgamento do caseiro Alex Roberto de Queiroz Silva, realizado nesta quarta-feira (15), em Cuiabá.

Responsável pela investigação, o delegado afirmou ao juiz Marcos Faleiros que a atitude chamou a atenção da equipe policial. Segundo ele, o aparelho passou a ser considerado peça importante para esclarecer a dinâmica do homicídio, justamente porque Julinere demonstrava preocupação com seu conteúdo logo após a execução do advogado. Em depoimento, Bruno Abreu afirmou que a denunciada foi a investigada que mais apresentou versões diferentes ao longo das apurações. Para o delegado, as contradições, somadas à formatação do telefone poucos dias após o crime, reforçaram as suspeitas levantadas pela Polícia Civil.

O policial também detalhou o avanço das investigações que culminaram na identificação dos envolvidos e explicou como a análise de provas técnicas e depoimentos permitiu reconstruir a cadeia de participação de cada denunciado. O júri desta quarta-feira julga Alex Roberto de Queiroz Silva, apontado pelo Ministério Público como o executor dos disparos que mataram Renato Nery em frente ao escritório do advogado, na Avenida Fernando Corrêa, em Cuiabá. Segundo a denúncia, César Jorge Sechi e Julinere Goulart Bastos encomendaram o assassinato.