*]:pointer-events-auto R6Vx5W_threadScrollVars scroll-mb-[calc(var(--scroll-root-safe-area-inset-bottom,0px)+var(--thread-response-height))] scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" data-turn-id="request-WEB:5e328323-aca5-48dd-8e9b-b8217af0a9e5-37" data-turn-id-container="request-WEB:5e328323-aca5-48dd-8e9b-b8217af0a9e5-37" data-testid="conversation-turn-76" data-turn="assistant"> Cuiabá voltou a figurar entre as capitais mais caras do país para a compra da cesta básica.
Em junho, o conjunto de alimentos essenciais custou, em média, R$ 937,93, o segundo maior valor registrado no Brasil, ficando atrás apenas de São Paulo, onde a cesta alcançou R$ 965,47. Os dados são da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O levantamento mostra que o custo da cesta aumentou em 17 capitais brasileiras no mês passado, enquanto houve queda nas demais cidades pesquisadas e no Distrito Federal.
Além de Cuiabá e São Paulo, as cestas mais caras do país foram registradas no Rio de Janeiro, com custo médio de R$ 920,94, e em Florianópolis, onde o valor chegou a R$ 918,42. Entre os produtos que mais pressionaram o orçamento das famílias está o feijão, que apresentou alta em todas as capitais pesquisadas. Segundo o Dieese, a elevação dos preços é reflexo da redução da área plantada e dos problemas climáticos que afetaram as duas primeiras safras do grão. Arroz, carne bovina de primeira e leite integral também registraram aumento.
No acumulado do primeiro semestre, todas as capitais pesquisadas tiveram alta no custo da cesta básica. As variações foram de 4,02%, em São Luís, a 21,48%, em Fortaleza. Com base no valor da cesta mais cara do país e considerando o que determina a Constituição Federal para atender às necessidades básicas de uma família, o Dieese calcula que o salário mínimo necessário em junho deveria ser de R$ 8.110,92, valor cinco vezes superior ao salário mínimo atual, fixado em R$ 1.621.
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