Política

Conselho de Ética do Senado completa 2 anos de inatividade, apesar dos escândalos

Já são dois anos que os senadores desfrutam da inatividade do Conselho de Ética e…

Por EDS NEWS • 15/07/2026 09:17 (horário de MT)

Já são dois anos que os senadores desfrutam da inatividade do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, ainda que sobrem escândalos tipo “emendas pix”, dinheiro na cueca ou benesses pagas pelo enrolado Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. A última sessão do colegiado foi em 9 de julho de 2024, desde então, está às moscas. A reunião, a única do ano, também foi pouco produtiva e mandou para o arquivo quatro denúncias e rejeitou outros pedidos de processo disciplinar. Os pedidos eram contra Styvenson Valentim (Pode-RN) e dois membros da comissão: Jorge Kajuru (PSB-GO) e Randolfe Rodrigues (PT-AP).

Na composição do conselho, nomes que já receberam visita da Polícia Federal, como Weverton (PDT-MA), alvo da Operação Sem Desconto. Também alvo recente da PF, Ciro Nogueira (PP-PI), suspeito de falcatrua com a chamada “Emenda Master”, é outro membro do conselho. O histórico não ajuda. Fora a única reunião de 2024, foram duas em 2023, um hiato de quase 4 anos até outras duas sessões em 2019.

Paraná Pesquisas não teme ‘selo de acerto’ do TSE Instituto que mais tem acertado resultados nas eleições brasileiras, o Paraná Pesquisas não tem medo do Selo de Acerto proposto pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, para homenagear os bons no serviço, em vez de punir os maus. Vários “especialistas” criticaram a proposta, mas o presidente do Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, gosta da ideia do Selo de Acerto” ou “de Acurácia”, como prefere dizer o magistrado no linguajar do juridiquês.

Os institutos poderão apresentar até esta sexta (17) sugestões para as regras do Selo de Acerto. Não terão outra chance este ano. Hidalgo pondera que é preciso regular para que pesquisa datada de 60 ou 90 dias antes da eleição não ser considerada na definição do Selo. Outra proposta que ganha corpo entre os institutos de pesquisa é a autorregulamentação do setor, como a criação do Conar na publicidade.