Carteira Nacional Docente do Brasil: saiba como emitir o documento

Desde outubro de 2025, quando a emissão foi disponibilizada, já foram expedidas 860 mil carteiras.
Com validade de dez anos em todo o território nacional, a CNDB integra o programa Mais Professores para o Brasil e reúne, em um único documento, a identificação profissional do docente e o acesso a benefícios exclusivos oferecidos pelo programa e por instituições parceiras, como descontos em atividades culturais e educacionais. Podem solicitar a CNDB professores em exercício com vínculo ativo em instituições de ensino reconhecidas, públicas ou privadas, da educação infantil ao ensino superior.
Para emitir a carteira, é necessário possuir CPF regular junto à Receita Federal e cadastro ativo no e-Social realizado pela instituição empregadora. O documento funciona como identificação oficial, conferindo mais praticidade e segurança aos profissionais da educação. A emissão é simples, gratuita e realizada de forma totalmente digital. O professor deve acessar a plataforma oficial do programa Mais Professores, utilizando uma conta Gov.br. Após o login, o sistema verifica automaticamente os critérios de elegibilidade, além de apresentar os dados cadastrais e o vínculo com a instituição de ensino.
Em seguida, basta conferir as informações, preencher os dados de contato, tirar uma fotografia na própria plataforma e concluir a solicitação. Depois da validação, a versão digital da carteira fica disponível para acesso. Após a emissão da versão digital da CNDB, os solicitantes receberão a versão física em até 90 dias. Caso seja identificada alguma divergência nas informações profissionais, o docente deverá solicitar a atualização dos dados junto à instituição de ensino onde mantém vínculo antes de concluir o processo.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria-Executiva (SE) Entre igrejas de pedra, esculturas sacras e vestígios de construções que atravessaram séculos, São Miguel das Missões (RS) preserva um dos mais importantes sítios arqueológicos do Brasil. Reconhecido pela Unesco como Patrimônio Mundial desde 1983, o local guarda as ruínas do antigo povoado de São Miguel Arcanjo, criado por missionários jesuítas e indígenas guaranis durante o período colonial.