Brasil deixa passar oportunidade estratégica na economia climática global

*Da Redação* O Brasil possui vantagens competitivas singulares para protagonizar a economia climática mundial. Contudo, corre risco de desperdiçar esse diferencial pela ausência de ambição em converter ativos naturais em indústria tecnológica climática consolidada. Especialistas do setor apontam necessidade urgente de políticas inovadoras e atração de investimentos estruturados. Potencial não convertido em recursos O país reúne biodiversidade notável, capacidade agrícola expressiva e matriz energética sustentável.
Apesar disso, startups climáticas brasileiras captam recursos mínimos comparados ao potencial global. Mais de US$ 90 bilhões foram levantados internacionalmente por fundos especializados nos últimos anos. A América Latina acessa menos de 1% desse capital disponível globalmente. Startups brasileiras dependem primariamente de gestores internacionais para financiamento, evidenciando grave deficiência de investimento doméstico nesse setor estratégico para Mato Grosso e o Brasil.
Inovação como caminho obrigatório Converter potencial brasileiro em expansão econômica real demanda menos recursos naturais e mais capacidade de transformá-los em inovação tecnológica disruptiva. Políticas públicas devem priorizar ciência e tecnologia como estratégia industrial fundamental para desenvolvimento nacional. Sem essa reorientação política, Brasil corre risco significativo de perder liderança. Outras nações aproveitarão vantagens competitivas próprias em mercado que será essencial para economia global nas próximas décadas. Fonte: InfoMoney Radar364 – O Seu Portal de Notícias de Rondonópolis e Região.
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