Polícia

Advogado é preso por suspeita de estupro de vulnerável; computador apreendido pode reforçar investigação

HORROR EM VG

Por EDS NEWS • 21/07/2026 08:51 (horário de MT)

“PRISÃO EM FLAGRANTE” JB News Por Emerson Teixeira O advogado e contador Elias Gomes da Silva, de 67 anos foi preso em flagrante na noite de sábado (18), em Várzea Grande, suspeito de praticar o crime de estupro de vulnerável. O caso, que mobilizou equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil, ganhou ainda mais gravidade após a apreensão de um computador pertencente ao investigado. O equipamento será submetido à perícia da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que buscará identificar arquivos e outros elementos que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos.

A ocorrência foi registrada em uma residência localizada na Rua Capelinha, no bairro Ouro Verde, após policiais militares serem acionados para atender uma denúncia de violência sexual. No imóvel, familiares relataram que uma criança de seis anos teria sido vítima de abuso sexual supostamente praticado pelo proprietário da casa. Durante a ação policial, o suspeito foi encontrado em um quarto da residência. Ao ser informado sobre a denúncia, negou qualquer envolvimento no caso.

No entanto, diante das informações colhidas no local e dos indícios apresentados durante a ocorrência, os policiais efetuaram a prisão em flagrante e o conduziram para os procedimentos legais. Enquanto a ocorrência era registrada, testemunhas afirmaram aos militares que o investigado mantinha em seu computador diversos arquivos de conteúdo sexual. Segundo esses relatos, o equipamento poderia conter imagens e vídeos relevantes para a investigação.

Diante da possibilidade de existência de provas digitais, os policiais apreenderam imediatamente o computador, que permanecerá sob custódia da Polícia Civil até a conclusão da perícia técnica. Durante o procedimento de contenção, o advogado sofreu escoriações e foi encaminhado ao Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande, onde recebeu atendimento médico e passou por exame de corpo de delito. Após ser liberado, foi conduzido à Delegacia da Polícia Civil, responsável pela instauração do inquérito. A expectativa da investigação agora se concentra no trabalho da Politec.