Justiça

“A sociedade pode confiar no Judiciário”, afirma Zuquim ao dar posse a novos desembargadores em meio à renovação do TJMT

RECONSTRUÇÃO INSTITUCIONAL

Por EDS NEWS • 24/07/2026 17:16 (horário de MT)

JB News Por Nayara Cristina Em um momento simbólico para o Poder Judiciário de Mato Grosso, marcado pela recomposição da Corte após aposentadorias e pelos desafios de fortalecer a confiança da população, os magistrados Agamenon Alcântara Moreno Júnior e Antônio Horácio da Silva Neto tomaram posse, nesta sexta-feira (24), como novos desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). A cerimônia foi conduzida pelo presidente da Corte, desembargador José Zuquim Nogueira, que aproveitou o ato para reforçar a mensagem de reconstrução institucional e defender a credibilidade do Judiciário mato-grossense.

A chegada dos dois novos integrantes ocorre em um período de renovação da composição do Tribunal. Agamenon ascendeu ao cargo pelo critério de merecimento, enquanto Antônio Horácio foi promovido por antiguidade para ocupar as vagas abertas após as aposentadorias dos desembargadores Maria Erotides Knaip e Dirceu dos Santos, que deixaram a Corte em razão da idade limite prevista para a magistratura. Durante a solenidade, Zuquim classificou a posse como um momento de celebração para o Judiciário estadual e destacou a experiência acumulada pelos novos desembargadores ao longo de décadas de atuação na magistratura.

“Hoje é um momento de júbilo. Recebemos dois colegas experientes, que conhecem profundamente a magistratura e chegam para somar ao trabalho desenvolvido pelo Tribunal.” O presidente ressaltou que o reforço na composição do segundo grau contribuirá diretamente para ampliar a capacidade de julgamento da Corte, que atualmente enfrenta um elevado volume de processos. “Nosso Tribunal é reconhecido como o mais produtivo do Brasil.

Com a chegada desses novos desembargadores, teremos ainda mais condições de atender aos anseios da sociedade com eficiência e celeridade.” Ao ser questionado sobre os desafios enfrentados pelo Judiciário, Zuquim afirmou que a instituição vive um processo contínuo de evolução, impulsionado por investimentos em tecnologia, modernização administrativa e políticas públicas voltadas ao cidadão.